
O projeto de lei, apresentado no início deste ano pelo deputado democrata Jeremy Gray, permite que alunos do ensino fundamental e médio matriculados em escolas públicas tenham aulas de ioga como eletivas. Se a aula é oferecida, isso fica a critério dos conselhos locais de educação.
Todas as técnicas seriam obrigadas a ter nomes descritivos em inglês, e cânticos, mantras e o uso da saudação “namaste”, que se traduz como “Eu me curvo a você”, seriam proibidos, de acordo com o projeto de lei.
Os oponentes da mudança – como Becky Gerritson, diretora executiva do Eagle Forum of Alabama, um grupo conservador de defesa – consideram a medida desnecessária.
Os alunos das escolas do Alabama já fazem alongamentos e outros movimentos, disse Gerritson. O projeto, disse ela, acrescentaria meditação e atenção plena orientada, que ela argumentou violar a cláusula de estabelecimento da Constituição, que proíbe o ensino de religião em escolas públicas.
“Não devemos gastar dinheiro do contribuinte, recursos e tempo ensinando às crianças práticas espirituais orientais”, disse Gerritson à CNN no mês passado.
Yoga foi proibido nas escolas públicas do Alabama desde 1993, de acordo com Gray. Ele apresentou pela primeira vez um projeto de lei para derrubar a proibição em 2019.
O Conselho Estadual de Educação proibiu “quaisquer técnicas que envolvam a indução de estados hipnóticos, imagens guiadas, meditação ou ioga” – esta última definida como um “método de treinamento religioso”.
Gray, que foi instrutor de ioga e faz ioga há mais de uma década, disse que o Alabama foi o único estado a proibi-lo nas escolas públicas. Gray, que jogava futebol na North Carolina State University, conheceu ioga como atleta.
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