
Frascos rotulados como de vacina contra Covid-19 em frente ao logo da Johnson & Johnson em foto de ilustração (REUTERS / Dado Ruvic)
BRASÍLIA (Reuters) – O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta sexta-feira que o Brasil conseguiu antecipar junto à Janssen, farmacêutica da Johnson & Johnson, o envio ao país de 3 milhões de doses do imunizante desenvolvido pela empresa contra a Covid -19.
“Fechamos com um Janssen para trazer mais 3 milhões de doses que serão aplicadas agora no mês de junho”, disse Queiroga em entrevista ao programa CB.Poder.
O Ministério da Saúde fechou de acordo com a Janssen para a aquisição de 38 milhões de doses da vacina da empresa, com previsão de entrega de 16,9 milhões de doses entre julho e setembro e 21,1 milhões de outubro a dezembro.
Questionada sobre a declaração do ministro, a pasta confirmou que se trata de uma antecipação da primeira entrega do contrato.
Procurada, a Janssen não tinha uma posição imediata sobre a declaração de Queiroga.
A vacina da Janssen, que é aplicada em dose única ao contrário das demais utilizadas no país contra a Covid-19, foi aprovada em março pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso no país.
Até o momento o Brasil conta com três vacinas disponíveis para imunizar uma população contra Covid-19: Oxford / AstraZeneca, CoronaVac, da chinesa Sinovac, e Pfizer.
O Brasil vacinou até o momento 47,6 milhões de pessoas com a primeira dose, o equivalente a 22,6% da população, mas somente 22,7 milhões com as duas doses, o que representa 10,8%.
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